POR QUE VOCÊ ESCOLHEU SER PROFESSOR (A)?
Durante quatro anos do meu curso Normal eu ouvi essa pergunta inúmeras vezes e sempre respondia a mesma coisa:"_ Porque eu quis."
Na verdade não foi bem isso, eu sempre disse as minhas amigas que caí no Normal de "paraquedas", eu não sabia ( com o perdão da palavra) que merda eu estaria fazendo ali. Mas a minha vida mudou quando eu conheci um amigo, que de uma maneira bem especial me fez ver a vida com outros olhos.
Um belo dia quando estavamos sentados no pátio ( matando aula para variar), ele me confessou algo que nem mesmo vendo eu acreditava, ele me confessou ser homossexual. No primeiro momento eu não aceitava de forma alguma, imagina meu amigo, um dos rapazes mais bonitos da escola, ser "uma bichinha enrrustida" que acabou de sair do armário.
Nos primeiros dias fiquei um pouco "fria" com ele, não tinhamos o mesmo "grude" de antes, foi então que ele me chamou para conversar e disse que me contaria algo que jamais contara á alguém. Ele me contou que havia sido abusado pelo próprio tio quando criança, e enquanto me contava tal fato seus olhos lacrimejavam. Naquele momento senti sua dor. Minha vontade era protege lo, eu desejava no fundo da minha alma que aquilo tudo nunca tivesse acontecido com ele. Abraçamos nos e choramos juntos.
Foi assim que comecei a olhar cada criança de maneira diferente. A vida escolhe meios diferentes para alcançar seus objetivos. Não acredito que o fato de o meu amigo ter sido abusado na infancia tenha contribuído para o desenvolvimento do seu homossexualismo, mas Freud de alguma maneira explica tal fato. Mas daquele dia em diante eu decidi que se eu pudesse jamais deicharia tal fato acontecer com qualquer criança que fosse, e que independente do meu temperamento um pouco autoritário eu iria educar cada aluno com se em cada um deles eu visse a face do meu melhor amigo.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
POLITICA EDUCACIONAL. ( E.C.A):

E.C.A ( ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE):
Para os futuros educadores é essencial conhecer o conjunto de Leis que defendem os direitos da criança e do adolescente, pois afinal serão os educadores que passarão a maior parte de seu tempo em contato com eles, conhecendo assim sua história e seus hábitos, e observando possíveis infrações contra a integridade física, psíquica e emocional de cada criança e adolescente.
Conheça o ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.
ou baixe em pdf, pelo site:http://redesocialsaopaulo.org.br/downloads/ECA.pdf
Conheça o ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.
ou baixe em pdf, pelo site:http://redesocialsaopaulo.org.br/downloads/ECA.pdf
sábado, 20 de fevereiro de 2010
EDIÇÃO ESPECIAL NOVA ESCOLA: PENSADORES.

SÓCRATES:
O pensamento do filósofo grego Sócrates (469-399 a.C.) marca uma reviravolta na história humana. Até então, a filosofia procurava explicar o mundo baseada na observação das forças da natureza. Com Sócrates, o ser humano voltou-se para si mesmo. Como diria mais tarde o pensador romano Cícero, coube ao grego "trazer a filosofia do céu para a terra" e concentrá-la no homem e em sua alma (em grego, a psique). A preocupação de Sócrates era levar as pessoas, por meio do autoconhecimento, à sabedoria e à prática do bem.
Nessa empreitada de colocar a filosofia a serviço da formação do ser humano, Sócrates não estava sozinho. Pensadores sofistas, os educadores profissionais da época, igualmente se voltavam para o homem, mas com um objetivo mais imediato: formar as elites dirigentes. Isso significava transmitir aos jovens não o valor e o método da investigação, mas um saber enciclopédico, além de desenvolver sua eloqüência, que era a principal habilidade esperada de um político.
Sócrates concebia o homem como um composto de dois princípios, alma (ou espírito) e corpo. De seu pensamento surgiram duas vertentes da filosofia que, em linhas gerais, podem ser consideradas como as grandes tendências do pensamento ocidental. Uma é a idealista, que partiu de Platão (427-347 a.C.), seguidor de Sócrates. Ao distinguir o mundo concreto do mundo das idéias, deu a estas status de realidade; e a outra é a realista, partindo de Aristóteles (384-322 a.C.), discípulo de Platão que submeteu as idéias, às quais se chega pelo espírito, ao mundo real.
Nessa empreitada de colocar a filosofia a serviço da formação do ser humano, Sócrates não estava sozinho. Pensadores sofistas, os educadores profissionais da época, igualmente se voltavam para o homem, mas com um objetivo mais imediato: formar as elites dirigentes. Isso significava transmitir aos jovens não o valor e o método da investigação, mas um saber enciclopédico, além de desenvolver sua eloqüência, que era a principal habilidade esperada de um político.
Sócrates concebia o homem como um composto de dois princípios, alma (ou espírito) e corpo. De seu pensamento surgiram duas vertentes da filosofia que, em linhas gerais, podem ser consideradas como as grandes tendências do pensamento ocidental. Uma é a idealista, que partiu de Platão (427-347 a.C.), seguidor de Sócrates. Ao distinguir o mundo concreto do mundo das idéias, deu a estas status de realidade; e a outra é a realista, partindo de Aristóteles (384-322 a.C.), discípulo de Platão que submeteu as idéias, às quais se chega pelo espírito, ao mundo real.
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